26 DE OUTUBRO DE 2011
A prefeitura anulou ontem, por decreto, o processo de licitação do transporte alternativo no Rio, iniciado em 2009. Treze contratos para o serviço na Zona Oeste já haviam sido assinados com cooperativas, que chegaram a pagar mais de R$ 50 mil por lote e nunca foram autorizadas a rodar. No novo modelo de concorrência, o contrato de permissão passará a ser assinado individualmente.
A alegação para o decreto do prefeito Eduardo Paes é de que só recentemente o município teve informações concretas da existência de esquema envolvendo milícias no controle do sistema de vans.
Inicialmente, 541 motoristas de cooperativas que haviam ganhado a concorrência serão convocados a assinar novo termo de compromisso. Cada um terá que provar que o veículo está no seu nome e apresentar documento comprovando não ter antecedentes criminais.
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